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Nota Alumini (10/2/15)

A respeito da situação dos funcionários da Alumini Engenharia que atuam no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – Comperj, cabe esclarecer que a empresa vem empenhando todos os esforços no sentido de regularizar as pendências, contudo, está sendo impedida pelo contratante das obras – Petrobras – de dar continuidade aos trabalhos.

Como é sabido, o salário de dezembro, que deveria ter sido pago em 5 de janeiro, sofreu atraso em razão do bloqueio judicial das contas da empresa. Sem que a Petrobras liberasse os aditivos contratuais, que somam mais de R$ 1,2 bilhão, a Alumini foi obrigada a pedir recuperação judicial para poder garantir os empregos e obras em andamento. Com o deferimento da recuperação judicial no dia 20 de janeiro, a empresa estava pronta para retomar os trabalhos no Comperj, assegurando os pagamentos dos salários e benefícios aos trabalhadores. No entanto, um dia antes da reunião que celebraria este acordo no Ministério Público do Trabalho, a Petrobras decidiu romper o contrato unilateralmente. Apesar disso, a Alumini mantém a disposição de retomar as atividades, já tendo, inclusive, negociado com diversos prestadores de serviços para garantir o fornecimento dos planos de saúde, alimentação, cestas básicas e transporte para todos os mais de 2,5 mil trabalhadores da empresa que atuavam no Comperj. A decisão pela manutenção desses empregos e retomada dos serviços está agora nas mãos da Petrobras.

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